MÁSCARA E LUVAS NÃO SÃO RECICLÁVEIS

Máscaras, luvas, aventais, gorros, óculos de segurança, entre outros equipamentos de proteção individual, não são recicláveis e não devem ser encaminhados para os Ecopontos. A orientação é da Associação dos Catadores de Recicláveis de Bauru e Região (Ascam), que administra as unidades desde novembro do ano passado.

“Desde o início da epidemia, estamos recebendo muitos EPIs misturados aos resíduos recicláveis, principalmente máscaras e luvas. Esses itens não são considerados recicláveis e colocam em risco a saúde dos catadores”, afirma o biólogo Dorival Coral, gerente ambiental da Ascam.

Em razão dos germes que podem permanecer nos EPIs utilizados para proteção à saúde, esses itens são considerados fontes contaminantes e devem ser descartados no lixo hospitalar, no caso de profissionais de saúde, ou no lixo doméstico, no caso das demais pessoas. Em seguida, deve-se lavar as mãos com água e sabão ou álcool gel 70%, friccionando-as. As recomendações são da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A Ascam também solicita que roupas e sapatos não sejam descartados junto com os resíduos recicláveis. As peças em bom estado de uso e limpas devem ser encaminhadas a instituições beneficentes que realizam o trabalho de doação de vestuário.

Caso as roupas e sapatos estejam inservíveis, ou seja, rasgados ou carcomidos, devem ser descartados no lixo comum.

Aos Ecopontos somente devem ser encaminhados papel, papelão, vidro, metais, plástico e eletrodomésticos.

Cada morador também levar encaminhar móveis, sofás e colchões, limitados a três unidades por ano, e 1 metro cúbico de entulho e madeira, além de pneus (limitados a quatro unidades por ano).

Orientações

Desde o início da epidemia, para ampliar a segurança dos catadores de recicláveis atuantes nos Ecopontos e nas cooperativas, a Ascam tem reforçado as orientações sobre cuidados preventivos de saúde, como etiqueta respiratória e uso de EPIs.

Os associados trabalham com luvas, máscaras, botas, além da camiseta da Ascam. O distanciamento de 2,0 metros tem sido adotado como norma de segurança. Além disso, as associadas gestantes ou trabalhadores pertencentes a grupos de risco para o Covid-19 foram transferidos para serviços sem contato direto com o público ou afastadas do trabalho durante esse período de restrição social devido à pandemia.

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